domingo, 28 de novembro de 2010

Déjà rêvé

O conceito de "sonho recorrente" é bem conhecido e bastante simples de entender (uma pessoa tem o mesmo sonho repetidas vezes). Isso nunca aconteceu comigo, mas eu freqüentemente tenho falsos sonhos recorrentes, isto é, a sensação de estar tendo um sonho recorrente quando na verdade trata-se de um sonho original. Às vezes isso ocorre logo após acordar ("Puxa, sonhei com X de novo... Não, peraí, eu nunca sonhei com X!"), e às vezes ocorre durante o próprio sonho (tornando-se um sonho lúcido disfarçado de sonho recorrente!).
Este fenômeno sempre fez parte do meu sono (lembro claramente de um falso sonho recorrente que tive aos 6 anos de idade), mas eu nunca dei muita importância. Alguns dias atrás, imediatamente após acordar de um tal sonho, um nome surgiu na minha cabeça: déjà rêvé, que significa "já sonhei" em francês.
Alguém mais já passou por isso?

domingo, 7 de novembro de 2010

Separados no nascimento?

Dr. Sheldon Cooper

Presidente Lula

sábado, 9 de outubro de 2010

Overdose de Castlevania

Ao deparar-me com esta cena, meu primeiro instinto foi bater nas velas pra ver se elas soltariam itens.


Certos hábitos não morrem nunca.

domingo, 26 de setembro de 2010

Good show!

Henry Hatsworth é um jogo absurdamente divertido.

Isso é tudo.

domingo, 22 de agosto de 2010

Games journalism (lol)

Já se passaram alguns anos desde que parei de acompanhar a mídia dos games. As resenhas profissionais são inúteis pra avaliar a qualidade de um produto, enquanto que os assim-chamados "press events" são espetáculos grandiosos que oferecem pouca informação.

Semana passada, encontrei um artigo interessante via LinkedIn (em um dos raros momentos nos quais LinkedIn serve pra alguma coisa) sobre o jornalismo dos games e sua falta de padrões profissionais. A autora é uma mulher muito sensata que está farta das palhaçadas que permeiam as convenções, e não consegue mais fazer o seu trabalho devido ao ruído gerado por todos os presentes -- sejam eles desenvolvedores ou repórteres.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Sr. Luchini, no escritório, com o grampeador

Será que não existe uma palavra grande e requintada para descrever "a vontade de assassinar o seu chefe"?

terça-feira, 20 de julho de 2010

A triste história da estória

Ao ler o meu último post, o Vinícius estranhou o meu uso do termo estória e questionou sua validade. O que me disseram nos idos tempos do ensino médio é que os termos estória e história são equivalentes ao inglês story e history, e foi essa regra que eu adotei apesar de achar que — pun not intended — a história estava mal contada.

...Mais uma vez, descubro que a Tia Loló me ludibriou. Essa distinção nunca existiu antes do século XX, quando um brasileiro louco que não tinha nada pra fazer decidiu criar esta homofonia e deixar a língua portuguesa ainda mais entrópica do que ela já era. Os interessados podem ler a explicação aqui, e os preguiçosos podem ler um resumo aqui.