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sexta-feira, 23 de março de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Let's Talk
DEUS.
Como é que o conceito de um "Let's Play" evoluiu de "gravação de alguém jogando um game" para "gravação do vídeo de alguém jogando um game enquanto o áudio é substituído por um lero-lero imprestável"?
Eu só quero um maldito vídeo de gameplay. Você pode me ajudar, YouTube? Por favor?
Como é que o conceito de um "Let's Play" evoluiu de "gravação de alguém jogando um game" para "gravação do vídeo de alguém jogando um game enquanto o áudio é substituído por um lero-lero imprestável"?
Eu só quero um maldito vídeo de gameplay. Você pode me ajudar, YouTube? Por favor?
domingo, 20 de novembro de 2011
Balanga balanga balanga
Peguei Skyward Sword para testar hoje, e posso afirmar que é o pior jogo jamais expelido pelo cu da Nintendo. Quero minha tarde de volta.
O pouco de história que vi foi a mesma caca japonesa de sempre com as profecias e os destinos e o herói que começa o jogo sendo acordado por uma namorada irritadiça. É bem pasteurizado, mas poderia ter sido suportável se pelo menos empregasse um pouco de bom-senso na sua jogabilidade. Nas suas condições atuais, fico me engalfinhando com o Wii Remote a cada cinco segundos e essa porcaria não vale tanto esforço.
Foda-se Zelda. Parei de vez com essa série.
O pouco de história que vi foi a mesma caca japonesa de sempre com as profecias e os destinos e o herói que começa o jogo sendo acordado por uma namorada irritadiça. É bem pasteurizado, mas poderia ter sido suportável se pelo menos empregasse um pouco de bom-senso na sua jogabilidade. Nas suas condições atuais, fico me engalfinhando com o Wii Remote a cada cinco segundos e essa porcaria não vale tanto esforço.
Foda-se Zelda. Parei de vez com essa série.
sábado, 27 de agosto de 2011
Alfabeto Mubbly
Em minha busca incessante por algo que sacie minha fome de Mario Galaxy descobri Frozzd, um game independente bastante simples e divertido (esses dois adjetivos sempre andam juntos, né?) em que um astronauta perdido lidera fofíssimos alienígenas contra a ameaça do império Frozzd.
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| O universo inteiro está congelando... |
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Indie-otas
Pela terceira vez, fui derrotado ao tentar comprar a trilha sonora de um excelente jogo.
Quero oferecer o meu apoio, pessoal, eu juro, mas também sou um cara ocupado e impaciente. Se vocês quiserem o meu dinheiro, vocês têm que facilitar a minha vida. Existem, afinal, muitas alternativas neste admirável mundo novo de torrentes e rápidos.
Quero oferecer o meu apoio, pessoal, eu juro, mas também sou um cara ocupado e impaciente. Se vocês quiserem o meu dinheiro, vocês têm que facilitar a minha vida. Existem, afinal, muitas alternativas neste admirável mundo novo de torrentes e rápidos.
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estou ciente de meus defeitos,
games
sábado, 9 de outubro de 2010
Overdose de Castlevania
Ao deparar-me com esta cena, meu primeiro instinto foi bater nas velas pra ver se elas soltariam itens.
Certos hábitos não morrem nunca.
domingo, 26 de setembro de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Games journalism (lol)
Já se passaram alguns anos desde que parei de acompanhar a mídia dos games. As resenhas profissionais são inúteis pra avaliar a qualidade de um produto, enquanto que os assim-chamados "press events" são espetáculos grandiosos que oferecem pouca informação.
Semana passada, encontrei um artigo interessante via LinkedIn (em um dos raros momentos nos quais LinkedIn serve pra alguma coisa) sobre o jornalismo dos games e sua falta de padrões profissionais. A autora é uma mulher muito sensata que está farta das palhaçadas que permeiam as convenções, e não consegue mais fazer o seu trabalho devido ao ruído gerado por todos os presentes -- sejam eles desenvolvedores ou repórteres.
Semana passada, encontrei um artigo interessante via LinkedIn (em um dos raros momentos nos quais LinkedIn serve pra alguma coisa) sobre o jornalismo dos games e sua falta de padrões profissionais. A autora é uma mulher muito sensata que está farta das palhaçadas que permeiam as convenções, e não consegue mais fazer o seu trabalho devido ao ruído gerado por todos os presentes -- sejam eles desenvolvedores ou repórteres.
domingo, 30 de maio de 2010
Super Mario e a Sociedade da Terra Plana
Certa vez eu disse que queria meu Miyamoto de volta. Hoje em dia... eu gostaria que ele se aposentasse, porque o cara já não tem mais o mesmo talento.
Fiquei meio decepcionado com Super Mario Galaxy. O projeto tinha muito potencial, mas acabou envenenado por péssimas decisões de design e seria melhor se partes de seu conteúdo tivessem sido cortadas (uma triste tendência que já observei antes). No final, contudo, acabei gostando de sua temática fantástico-espacial, sua excelente trilha sonora, e sua exploração da mitologia/cosmologia do Marioverso
Fiquei surpreso ao descobrir que estas características estavam presentes apesar dos protestos de Miyamoto, e não por causa da sua contribuição. Fiquei aborrecido ao descobrir que no final ele conseguiu ganhar a discussão, e Super Mario Galaxy 2 acabou virando uma sombra de seu predecessor.
Como se Galaxy fosse um erro vergonhoso a ser esquecido, Galaxy 2 começa com um retcon: O "Star Festival" do primeiro jogo nunca aconteceu (ou está acontecendo de novo, o que insinuaria que 100 anos se passaram), Bowser dá as caras, e Mario é catapultado no espaço sem nenhum tipo de explicação. Veja bem, eu não espero ver uma trama profunda num jogo de Mario, mas o Reino dos Cogumelos já existe, na qualidade de mundo fictício, há quase trinta anos. É legal ver pequenos sinais de continuidade entre os jogos, mas o criador do Mario defende uma completa estagnação da série e dos seus personagens.
A propósito, quando eu disse "catapultado no espaço", eu quis dizer "catapultado nas fases voadoras de Super Mario 64". Vê-se muito pouco espaço neste jogo que ostensivamente trata de exploração galática. As bizarras formas planetárias de Galaxy (e suas contorções gravitacionais) se foram, substituídas por... um bando de plataformas no céu. Existem alguns planetas com verdadeiros campos de gravidade, mas eles são exceções. Em geral, o chão é simplesmente chão -- e não dá pra saber se se trata de uma plataforma ou de um planeta a menos que você empurre o Mario borda afora. Se ele aterrissar do outro lado, você acaba de encontrar uma nova área pra explorar! Se ele despencar rumo ao grande vazio, você acaba de desperdiçar um 1-up.
Por quê, Nintendo? Por que desenvolver esta maravilhosa engine de física se ela não vai ser usada? Acho interessante notar que, em Galaxy 2, o primeiríssimo planeta em que Mario aterrissa tem a forma de um elipsóide, mas uma cerca ao redor do equador impede que ele dê a volta e explore livremente. "Sei o que você está pensando", ela parece dizer, "e acho bom desistir. Não é assim que as coisas funcionam neste jogo."
...Pelo menos, a trilha sonora continua excelente.
Fiquei meio decepcionado com Super Mario Galaxy. O projeto tinha muito potencial, mas acabou envenenado por péssimas decisões de design e seria melhor se partes de seu conteúdo tivessem sido cortadas (uma triste tendência que já observei antes). No final, contudo, acabei gostando de sua temática fantástico-espacial, sua excelente trilha sonora, e sua exploração da mitologia/cosmologia do Marioverso
Fiquei surpreso ao descobrir que estas características estavam presentes apesar dos protestos de Miyamoto, e não por causa da sua contribuição. Fiquei aborrecido ao descobrir que no final ele conseguiu ganhar a discussão, e Super Mario Galaxy 2 acabou virando uma sombra de seu predecessor.
Como se Galaxy fosse um erro vergonhoso a ser esquecido, Galaxy 2 começa com um retcon: O "Star Festival" do primeiro jogo nunca aconteceu (ou está acontecendo de novo, o que insinuaria que 100 anos se passaram), Bowser dá as caras, e Mario é catapultado no espaço sem nenhum tipo de explicação. Veja bem, eu não espero ver uma trama profunda num jogo de Mario, mas o Reino dos Cogumelos já existe, na qualidade de mundo fictício, há quase trinta anos. É legal ver pequenos sinais de continuidade entre os jogos, mas o criador do Mario defende uma completa estagnação da série e dos seus personagens.
A propósito, quando eu disse "catapultado no espaço", eu quis dizer "catapultado nas fases voadoras de Super Mario 64". Vê-se muito pouco espaço neste jogo que ostensivamente trata de exploração galática. As bizarras formas planetárias de Galaxy (e suas contorções gravitacionais) se foram, substituídas por... um bando de plataformas no céu. Existem alguns planetas com verdadeiros campos de gravidade, mas eles são exceções. Em geral, o chão é simplesmente chão -- e não dá pra saber se se trata de uma plataforma ou de um planeta a menos que você empurre o Mario borda afora. Se ele aterrissar do outro lado, você acaba de encontrar uma nova área pra explorar! Se ele despencar rumo ao grande vazio, você acaba de desperdiçar um 1-up.
Por quê, Nintendo? Por que desenvolver esta maravilhosa engine de física se ela não vai ser usada? Acho interessante notar que, em Galaxy 2, o primeiríssimo planeta em que Mario aterrissa tem a forma de um elipsóide, mas uma cerca ao redor do equador impede que ele dê a volta e explore livremente. "Sei o que você está pensando", ela parece dizer, "e acho bom desistir. Não é assim que as coisas funcionam neste jogo."
...Pelo menos, a trilha sonora continua excelente.
sábado, 24 de abril de 2010
Highway Starman
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Bullied by the government
Não sei se alguém ainda se lembra disso, mas em abril de 2008 um juiz gaúcho conseguiu fazer com que o jogo Bully fosse banido em todo o Brasil. Ninguém deu muita bola a esse assunto, e todos continuaram a vender, comprar, e jogar sem nenhum problema.
...Todos, isto é, exceto a Valve. Quando fui procurar o jogo na loja do Steam, eis o que descobri:
Observe que não há um preço na coluna à direita, e não é possível comprar o jogo. Pedi a um amigo meu que mora em Winnipeg, no Canadá, para repetir a busca e me mandar um screenshot do resultado:
Incrível. Não só estou impossibilitado de comprar o jogo como não posso ver o seu trailer. Nunca imaginei que uma gigante multinacional fosse se rebaixar até este ponto e atender as demandas de um palhaço que só queria chamar atenção.
domingo, 13 de dezembro de 2009
Super Mario Galaxy
Por que é que nas seções mais irritantemente frustrantes desses jogos sempre tocam as músicas de fundo mais irritantemente repetitivas?
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
New Super Mario Bros. Wii
Quais são os motivos pra amar esse jogo? Eis uma lista:
- A tela de título. "New Super Mario Brothers... Wee-hee-hee!" Abri um sorriso antes mesmo de começar a jogar.
- Os gráficos! A música! É igual a NSMB, e não quero que seja diferente! Na verdade, fiquei decepcionado por não terem reaproveitado mais melodias do jogo de DS.
- Os Koopalings voltaram! \o/
- O multiplayer é muito foda. Dizem que este jogo destrói amizades, e sou obrigado a concluir que A) estão jogando do jeito errado, ou B) seus amigos são uns babacas. Quando eu e meus amigos jogamos cooperativamente, formular uma estratégia e executá-la com sucesso era uma das experiências mais satisfatórias no reino lúdico.
- Yoshi voltou! E dá pra carregar outros jogadores na sua boca!
Isso não significa que o jogo seja perfeito:
- Odeio os Toads. Sejam seus nomes Yvan/Wolley ou Bucken-Berry/Ala-Gold, esses dois panacas não deveriam estar aqui.
- Odeio as colorações aplicadas sobre os personagens que carregam um powerup. A troca de cores usada por Luigi + Flor de Fogo em Super Mario World era uma porcaria (verde e branco? WTF?), e é uma pena que a Nintendo tenha escolhido essa como a coloração oficial do "Fire Luigi"... daí vieram a Flor de Gelo, e os dois Toads, e de repente todos os personagens parecem um carnaval de cores desconjuntadas. É difícil saber com quem você está jogando, e qual o powerup em uso por cada personagem.
- Odeio a forma com que o jogo força a interação entre personagens. Não dá pra caminhar através de seus amigos, e esbarrar contra outro personagem no meio de um salto ferra com as trajetórias de ambos, e uma vez que você estiver carregando alguém não dá pra soltar sem arremessá-lo, e argh. É fácil entender por que a maioria dos jogos multiplayer acaba virando um festival de aborrecimentos a menos que todos estejam dispostos a ser extremamente cuidadosos.
- Não dá pra chutar cascos de Koopa para cima. :<
Apesar disso tudo, NSMB é um excelente game e todos deveriam jogá-lo. Mas convide apenas seus verdadeiros amigos...
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
O som da futilidade
Após jogar o demo de Left 4 Dead 2, devo dizer que fiquei decepcionado. Essa continuação não trouxe nenhuma inovação significativa, e prejudicou meus dois aspectos favoritos do jogo original: sua simplicidade e seu clima.
L4D é fácil de aprender e jogar -- dá pra trazer um amigo que nunca viu esse game e, com alguns minutos de treino, ele vai conseguir participar da jogatina. L4D2 é desnecessariamente complicado, com vários tipos de arma (muitas das quais são difíceis de distinguir), muitos tipos de itens curativos (demais!), e três variedades adicionais de zumbis "especiais" (das quais nenhuma se destaca com relação aos zumbis antigos).
Spitter = Boomer
Jockey = Smoker
Charger = Hunter
Tudo isso seria perdoável... se pelo menos L4D2 tivesse a mesma atmosfera do seu predecessor! As armas brancas são meio cômicas e acabam com o clima, mas a música é a maior vilã. Os "panic events" são acompanhados de acordes no banjo e joviais músicas country, que não combinam nada com o ambiente do jogo.
Já entendi que estou no sul dos E.U.A, Valve, mas isso aqui é o apocalipse com zumbis. Sinto informar que não me sinto nem um pouco jovial.
Dá pra resumir o jogo em uma palavra: desnecessário. Teria sido melhor lançar uma expansão com mapas novos para L4D... Pô, eu pagaria por isso. Esse game é um erro, e prejudicou a todos.
L4D é fácil de aprender e jogar -- dá pra trazer um amigo que nunca viu esse game e, com alguns minutos de treino, ele vai conseguir participar da jogatina. L4D2 é desnecessariamente complicado, com vários tipos de arma (muitas das quais são difíceis de distinguir), muitos tipos de itens curativos (demais!), e três variedades adicionais de zumbis "especiais" (das quais nenhuma se destaca com relação aos zumbis antigos).
Spitter = Boomer
Jockey = Smoker
Charger = Hunter
Tudo isso seria perdoável... se pelo menos L4D2 tivesse a mesma atmosfera do seu predecessor! As armas brancas são meio cômicas e acabam com o clima, mas a música é a maior vilã. Os "panic events" são acompanhados de acordes no banjo e joviais músicas country, que não combinam nada com o ambiente do jogo.
Já entendi que estou no sul dos E.U.A, Valve, mas isso aqui é o apocalipse com zumbis. Sinto informar que não me sinto nem um pouco jovial.
Dá pra resumir o jogo em uma palavra: desnecessário. Teria sido melhor lançar uma expansão com mapas novos para L4D... Pô, eu pagaria por isso. Esse game é um erro, e prejudicou a todos.
sábado, 17 de outubro de 2009
O grande dedo médio no céu
Lembra de um jogo de Game Boy chamado Super Mario Land 2? Ontem fui acometido por um acesso de nostalgia e baixei a ROM para relembrar este clássico... e deparei-me com uma mensagem subliminar que, outrora, foi ignorada por meus olhos inocentes.
Hoje em dia, sou um homem mais perspicaz. Ah, Nintendo, sua safadinha!
Hoje em dia, sou um homem mais perspicaz. Ah, Nintendo, sua safadinha!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Túnel do tempo
Tenho descoberto ótimos indie games ultimamente, e alguns deles têm esse visual propositalmente retrô que enche meu coraçãozinho de alegria. Se você quiser um passatempo ou sentir saudade dos velhos tempos, recomendo fortemente esses jogos:
Canabalt
Adoro os detalhes que os autores espalharam aqui e ali, tal como grupos de pássaros que saem voando quando você aterrissa no seu telhado... ou até mesmo a maneira como o personagem rola no chão após um impacto particularmente forte. O jogo em si é deliciosamente simples. A filosofia "um-só-botão" de design de jogos sempre me intrigou muito: Quão divertido consegue-se deixar um jogo quando remove-se toda a complexidade da interface e limita-se o controle do jogador a uma só tecla?
Legend of Princess
Legend of Zelda re-inventado como um jogo de arcade 2D! É bastante curto, mas a possibilidade de selecionar equipamentos diferentes no início da aventura faz com que este game renda muitas horas... assim como a gravação de high-score que aparece após o chefão final. (P.S.: Minha melhor pontuação até agora é 2937.)
Tower of Heaven
(Obs.: Não dá para colar um link direto até o jogo -- você tem que clicar em "Games" no topo da página.)
Será que dá pra ser mais retrô?! Gráficos de baixa resolução em quatro tons de verde, que nem o Game Boy original! Além disso, a trilha sonora é uma das melhores que já ouvi.
O melhor desses games, no entanto, é que eles conseguiram responder uma questão profunda que venho carregando há alguns anos: A música de 8-bits tem um som maneiro porque eu era criança quando a ouvi pela primeira vez? Não, a música tem um som maneiro porque a música é maneira, ponto final. Eu nunca tinha ouvido as melodias destas maravilhas retrô, e mesmo assim me apaixonei na hora pelo seu som.
Canabalt
Adoro os detalhes que os autores espalharam aqui e ali, tal como grupos de pássaros que saem voando quando você aterrissa no seu telhado... ou até mesmo a maneira como o personagem rola no chão após um impacto particularmente forte. O jogo em si é deliciosamente simples. A filosofia "um-só-botão" de design de jogos sempre me intrigou muito: Quão divertido consegue-se deixar um jogo quando remove-se toda a complexidade da interface e limita-se o controle do jogador a uma só tecla?
Legend of Princess
Legend of Zelda re-inventado como um jogo de arcade 2D! É bastante curto, mas a possibilidade de selecionar equipamentos diferentes no início da aventura faz com que este game renda muitas horas... assim como a gravação de high-score que aparece após o chefão final. (P.S.: Minha melhor pontuação até agora é 2937.)
Tower of Heaven
(Obs.: Não dá para colar um link direto até o jogo -- você tem que clicar em "Games" no topo da página.)
Será que dá pra ser mais retrô?! Gráficos de baixa resolução em quatro tons de verde, que nem o Game Boy original! Além disso, a trilha sonora é uma das melhores que já ouvi.
O melhor desses games, no entanto, é que eles conseguiram responder uma questão profunda que venho carregando há alguns anos: A música de 8-bits tem um som maneiro porque eu era criança quando a ouvi pela primeira vez? Não, a música tem um som maneiro porque a música é maneira, ponto final. Eu nunca tinha ouvido as melodias destas maravilhas retrô, e mesmo assim me apaixonei na hora pelo seu som.
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