quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Família

...Conviver uma semana por ano já é mais do que suficiente.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Noite feliz...

...em que recebo cartões de Natal vindos de websites nos quais cadastrei-me há zilênios e cuja existência eu tinha esquecido. O_o

domingo, 13 de dezembro de 2009

Super Mario Galaxy

Por que é que nas seções mais irritantemente frustrantes desses jogos sempre tocam as músicas de fundo mais irritantemente repetitivas?

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

New Super Mario Bros. Wii

Quais são os motivos pra amar esse jogo? Eis uma lista:
  • A tela de título. "New Super Mario Brothers... Wee-hee-hee!" Abri um sorriso antes mesmo de começar a jogar.
  • Os gráficos! A música! É igual a NSMB, e não quero que seja diferente! Na verdade, fiquei decepcionado por não terem reaproveitado mais melodias do jogo de DS.
  • Os Koopalings voltaram! \o/
  • O multiplayer é muito foda. Dizem que este jogo destrói amizades, e sou obrigado a concluir que A) estão jogando do jeito errado, ou B) seus amigos são uns babacas. Quando eu e meus amigos jogamos cooperativamente, formular uma estratégia e executá-la com sucesso era uma das experiências mais satisfatórias no reino lúdico.
  • Yoshi voltou! E dá pra carregar outros jogadores na sua boca!
Isso não significa que o jogo seja perfeito:
  • Odeio os Toads. Sejam seus nomes Yvan/Wolley ou Bucken-Berry/Ala-Gold, esses dois panacas não deveriam estar aqui.
  • Odeio as colorações aplicadas sobre os personagens que carregam um powerup. A troca de cores usada por Luigi + Flor de Fogo em Super Mario World era uma porcaria (verde e branco? WTF?), e é uma pena que a Nintendo tenha escolhido essa como a coloração oficial do "Fire Luigi"... daí vieram a Flor de Gelo, e os dois Toads, e de repente todos os personagens parecem um carnaval de cores desconjuntadas. É difícil saber com quem você está jogando, e qual o powerup em uso por cada personagem.
  • Odeio a forma com que o jogo força a interação entre personagens. Não dá pra caminhar através de seus amigos, e esbarrar contra outro personagem no meio de um salto ferra com as trajetórias de ambos, e uma vez que você estiver carregando alguém não dá pra soltar sem arremessá-lo, e argh. É fácil entender por que a maioria dos jogos multiplayer acaba virando um festival de aborrecimentos a menos que todos estejam dispostos a ser extremamente cuidadosos.
  • Não dá pra chutar cascos de Koopa para cima. :<
Apesar disso tudo, NSMB é um excelente game e todos deveriam jogá-lo. Mas convide apenas seus verdadeiros amigos...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Cerco, parte II

Peguei no sono enquanto estava deitado no sofá, e só acordei às 11 da noite. Viva!

Cerco

Está quente demais para sair na rua, por isso decidi pular o almoço e ficar em casa com meu melhor amigo o Sr. Ventilador. Espero ter comida suficiente para agüentar até de noite.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Felinofilia

Os vizinhos no prédio em frente têm um filhote de gato. Ele fica o dia inteiro na varanda, miando e pulando de um lado pro outro.

Eu quero um gatinho também. :(

sábado, 14 de novembro de 2009

Cidadão respeitável

Ontem à noite fui ao cinema com alguns amigos para assistir 2012. Infelizmente (ou talvez felizmente), a sessão estava lotada, então fomos ver um outro filme qualquer chamado Código de Conduta (Law Abiding Citizen).

Adorei!

Eu nunca tentei esconder o quanto detesto advogados. Essas vis criaturas são pouco mais do que políticos que alcançam o poder sem passar por uma eleição. Foi ótimo, então, ver um filme em que um cara fenomenalmente esperto esculacha o sistema judicial e traz todos aos seus pés... e ele faz isso sentado no banco dos réus!

É uma pena que a segunda metade da história acabe viajando pelas fantasias de James Bond, onde o personagem de Gerard Butler deixa de ser um enxadrista anti-heróico para tornar-se um terrorista que emprega tecnologia mágica. Quero gostar dele, porque a premissa é excelente, mas o filme tem uma execução cheia de defeitos e sua trama está vazando por uma dúzia de furos... Ainda assim, dou três estrelas e meia.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O som da futilidade

Após jogar o demo de Left 4 Dead 2, devo dizer que fiquei decepcionado. Essa continuação não trouxe nenhuma inovação significativa, e prejudicou meus dois aspectos favoritos do jogo original: sua simplicidade e seu clima.

L4D é fácil de aprender e jogar -- dá pra trazer um amigo que nunca viu esse game e, com alguns minutos de treino, ele vai conseguir participar da jogatina. L4D2 é desnecessariamente complicado, com vários tipos de arma (muitas das quais são difíceis de distinguir), muitos tipos de itens curativos (demais!), e três variedades adicionais de zumbis "especiais" (das quais nenhuma se destaca com relação aos zumbis antigos).

Spitter = Boomer
Jockey = Smoker
Charger = Hunter

Tudo isso seria perdoável... se pelo menos L4D2 tivesse a mesma atmosfera do seu predecessor! As armas brancas são meio cômicas e acabam com o clima, mas a música é a maior vilã. Os "panic events" são acompanhados de acordes no banjo e joviais músicas country, que não combinam nada com o ambiente do jogo.

Já entendi que estou no sul dos E.U.A, Valve, mas isso aqui é o apocalipse com zumbis. Sinto informar que não me sinto nem um pouco jovial.

Dá pra resumir o jogo em uma palavra: desnecessário. Teria sido melhor lançar uma expansão com mapas novos para L4D... Pô, eu pagaria por isso. Esse game é um erro, e prejudicou a todos.

sábado, 17 de outubro de 2009

O grande dedo médio no céu

Lembra de um jogo de Game Boy chamado Super Mario Land 2? Ontem fui acometido por um acesso de nostalgia e baixei a ROM para relembrar este clássico... e deparei-me com uma mensagem subliminar que, outrora, foi ignorada por meus olhos inocentes.

Hoje em dia, sou um homem mais perspicaz. Ah, Nintendo, sua safadinha!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mergulho no céu

Por muito tempo, um amigo meu tem tido o desejo de saltar de pára-quedas. Ele esteve tentando convencer vários amigos dele a acompanhá-lo, e três de nós cedemos à pressão há umas duas semanas atrás. Digo "nós" porque eu fui um desses malucos.

Há algumas equipes no Rio de Janeiro que organizam este tipo de atividade, e todas elas operam no Aeroporto de Jacarepaguá. Os outros dois aeroportos do Rio são para linhas aéreas comerciais, enquanto este oferece serviços para aeronaves particulares e helicópteros. Nunca tinha estado naquele aeroporto antes, e fiquei surpreso com a facilidade de se entrar no local e a dificuldade de se navegar ali dentro. Felizmente, eu tinha pegado um carona com um amigo e seu senso de direção era muito melhor que o meu.

Pára-quedismo não é tão simples quanto "pular de um avião e puxar uma cordinha". Se você quiser saltar sozinho, tem que assistir várias horas de aula teórica e passar por vários saltos acompanhado de instrutores experientes. A maioria das pessoas não quer perder tempo com isso -- elas só querem experimentar a emoção de despencar através do céu -- então existe uma atividade especial chamada "salto tandem" na qual você fica amarrado a um profissional que toma conta de todos os procedimentos complexos enquanto você curte a queda.


Esse sou eu à esquerda, e à direita está o Renato vestindo o que parece ser uma roupa de X-Man.


Meu macacão era menos estiloso. Não tinha uma roupa de X-Man do meu tamanho. :(


Você sabia que eu morro de medo de altura? Em prédios particularmente altos, não posso nem chegar perto das janelas sem sentir tontura. Olhando pra baixo a 10 mil pés de altitude, no entanto, eu perdi todo senso de referência e minha vertigem ficou quieta.




Assim que caímos do avião, parecia que o universo inteiro tinha desaparecido e eu estava flutuando num vácuo sublime. Caindo a 200+ km/h, tinha tanto vento que não conseguia nem ouvir minha própria voz, e meus sentidos estavam tão sobrecarregados que eu sequer tinha certeza se estava gritando ou não. Então eu gritei mais alto, só pra garantir.


Estava um dia lindo -- nenhuma nuvem no céu! O "piloto" deixou que eu controlasse o pára-quedas um pouco, e na verdade é bem fácil: há duas cordas que você pode puxar para virar à esquerda e à direita, mas elas também fazem com que o pára-quedas -- e você -- dê uma guinada violenta para o lado e caia muito mais rápido. É muito foda.


Houve uns 40 segundos de queda livre, seguidos de uma descida de cinco minutos até atingirmos o chão.


Meu amigo Bernardo (à esquerda) teve uma viagem mais emocionante. Depois que eu aterrissei, encontramos com a equipe de resgate que tinha vindo nos buscar de carro. O Bernardo devia ter aterrissado pouco depois de mim, mas uma rajada de vento impediu que o piloto dele levasse o pára-quedas até o campo aberto onde se aterrissa normalmente. Nós (no chão) vimos o pára-quedas desaparecer atrás de umas árvores e ficamos preocupados -- naquela direção estava a Avenida Ayrton Senna, que é bem movimentada... Eles acabaram caindo a algumas dezenas de metros de distância, e quase deram de cara com uma palmeira durante a descida. O pára-quedas ficou enganchado na árvore e tivemos que improvisar uma vara (com pedaços de bambu e cintos) para tirá-lo de lá.

No final das contas, foi uma aventura muito bacana e mal posso esperar pra fazer isso de novo. O pessoal está até pensando em fazer o curso para tirar a carteirinha de pára-quedista... A tentação de me juntar a eles é grande!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Túnel do tempo

Tenho descoberto ótimos indie games ultimamente, e alguns deles têm esse visual propositalmente retrô que enche meu coraçãozinho de alegria. Se você quiser um passatempo ou sentir saudade dos velhos tempos, recomendo fortemente esses jogos:

Canabalt
Adoro os detalhes que os autores espalharam aqui e ali, tal como grupos de pássaros que saem voando quando você aterrissa no seu telhado... ou até mesmo a maneira como o personagem rola no chão após um impacto particularmente forte. O jogo em si é deliciosamente simples. A filosofia "um-só-botão" de design de jogos sempre me intrigou muito: Quão divertido consegue-se deixar um jogo quando remove-se toda a complexidade da interface e limita-se o controle do jogador a uma só tecla?

Legend of Princess
Legend of Zelda re-inventado como um jogo de arcade 2D! É bastante curto, mas a possibilidade de selecionar equipamentos diferentes no início da aventura faz com que este game renda muitas horas... assim como a gravação de high-score que aparece após o chefão final. (P.S.: Minha melhor pontuação até agora é 2937.)

Tower of Heaven
(Obs.: Não dá para colar um link direto até o jogo -- você tem que clicar em "Games" no topo da página.)
Será que dá pra ser mais retrô?! Gráficos de baixa resolução em quatro tons de verde, que nem o Game Boy original! Além disso, a trilha sonora é uma das melhores que já ouvi.

O melhor desses games, no entanto, é que eles conseguiram responder uma questão profunda que venho carregando há alguns anos: A música de 8-bits tem um som maneiro porque eu era criança quando a ouvi pela primeira vez? Não, a música tem um som maneiro porque a música é maneira, ponto final. Eu nunca tinha ouvido as melodias destas maravilhas retrô, e mesmo assim me apaixonei na hora pelo seu som.

domingo, 13 de setembro de 2009

Alô, mundo

Este último ano foi difícil. Estive extraordinariamente deprimido, mas agora sinto-me muito melhor e acho que é "seguro" eu voltar a postar aqui.

Blah blah blah, aluguei um apartmento com dois amigos do trabalho, são pessoas muito legais, estou muito próximo de acabar a minha monografia de mestrado e finalmente deixar os estudos, comprei um Wii mas ainda não tenho nenhum jogo, comprei um PC novo e criei uma conta no Steam (meu username é pedroluchini, como sempre), e desisti de ir morar no Canadá.

A vida está boa aqui. Enquanto durar, vou aproveitar o que tenho.

Este foi o Boletim Resumido e Vagamente Informativo do Pedro. Voltaremos logo à programação regular.